Gucci Guilty em versão masculina

Depois do perfume Guilty para mulher, a Gucci lança agora a versão masculina. Gucci Guilty Pour Homme pretende ser o epítome do luxo e de um estilo de vida forte – desejado por homens jovens, confiantes, carismáticos, que gostam de arriscar… um homem que é culpado de ser quem é, sem reservas.

Em termos olfativos, o mais recente perfume para homem da Gucci foi desenvolvido pela própria diretora criativa da marca, Frida Giannini, e está assente nas seguintes notas: pimenta cor-de-rosa, cardamomo, mandarina, limão italiano, flor de laranjeira, folhas verdes, sândalo, cedro, lavanda, âmbar, neroli e patchuli.

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Os atores Chris Evans e Evan Rachel Wood são os protagonistas da campanha publicitária que tem no centro da sua sensualidade, um frasco de perfume igualmente forte (caracterizado pela frescura e masculinidade do aço polido), onde não falta o símbolo máximo da Gucci – os dois “Gs” entrelaçados.

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Processo por trás da criaçao de um perfume Hermés

No que concerne à perfumaria, a Hermès é bastante peculiar. É uma das únicas grifes de luxo que tem seu próprio nariz – ou perfumista – e produz fragrâncias exclusivas, enquanto outras marcas, também de luxo, licenciam seus nomes para conglomerados como Procter & Gamble ou grandes empresas de cosméticos, como a L’Oreal, e em troca eles produzem, embalam, distribuem e comercializam o perfume. Mas a Hermès não.

O criador de perfumes da grife, Jean-Claude Ellena, entrou em 2004 e criou sucessos como a coleção “Les Jardins”, como “Un Jardin sur le Nil” e “Un Jardin en Méditerranée”, e agora em 2011 lança a coleção “Hermessence”, apresentada por Arnaud Beauduin, vice-presidente da Hermès Parfums, na tarde da última terça-feira na loja da Hermès em São Paulo, no Shopping Cidade Jardim.

Arnaud apresentou a um seleto grupo da imprensa de beleza as nove fragrâncias que fazem parte de “Hermessence”, que traduz, como bem diz o nome, a essência e o essencial da Maison Hermès para os vidros de perfume. Por isso nove, e por isso tão diversas. “Hermessence” também expressa a liberdade e a criatividade não só da marca, mas também de Ellena, que teve – e sempre tem – carta branca na hora de criar essa coleção.

“Ellena cria quando tem inspiração! Dessa vez, ele criou quatro fragrâncias de uma vez!”, contou Arnaud. É por isso que na Hermès não há constantes lançamentos de perfumes, já que eles surgem quando o perfumista Ellena está inspirado. E segundo Arnaud, os perfumes da Hermès não são parecidos com nenhum outro, pois “Ellena não escuta o mercado, não segue tendências. Nós odiamos tendências!”, contou o vice-presidente ao FFW, concluindo com: “Nós buscamos algo que ainda não existe”. Arnaud também fez questão de deixar claro que para a Hermès, fazer perfume é uma junção de duas coisas: “Criação e artesanato. Na Hermès nós temos artistas e artesãos por trás de todo o processo de criação do produto”.

Para ele, isso diferencia a Maison de outras casas de luxo, além da busca pela narração de uma história em cada um de seus perfumes. Outro ponto que diverge em relação a outras marcas são as propagandas: “A Hermès não faz anúncio com celebridades. Em vez disso, ela cria uma essência boa o suficiente para se vender sozinha, sem precisar disso”, explicou Marcela Brandão, assessora de imprensa da marca no Brasil.

E como são os números de vendas no Brasil? Arnaud só responde como um alto e sonoro “Muito bons!”, já que a marca não permite que se fale sobre números.

HERMESSENCE

A coleção conta com nove fragrâncias, sendo o carro chefe “Iris Ukiyoé”, que traz uma leitura não usual da essência da Íris, inspirado pela arte japonesa e pela palavra “Ukiyoé”, que significa “imagem do mundo flutuante”. “Eu tenho uma imagem na cabeça de íris em um ‘mundo flutuante’. Como um eco daquele mundo, meu próprio jardim é cheio de íris azuis e brancas desde o começo de maio até o começo de junho; Desde então, os dois mundos formaram um eco de cada um, e eu não posso ver, cheirar e tocar as íris sem fazer através dos olhos de Hokusai ou Hiroshige”, explicou o perfumista em apresentação do perfume.

“Eu queria reconstituir a sensação olfativa que certas variedades de Íris produzem em mim, buscando uma espécie de denominador comum em seus cheiros… Para expressar a ambiguidade que paira entre a presença e a fragilidade da flor, entre a discrição e a generosidade, eu trabalhei usando pequenos toques impressionistas. Foi fazendo uma justaposição dessas facetas que a fragrância assumiu sua identidade”.

Mas a coleção é grande o suficiente para agradar a preferências variadas, e há inclusive um kit em que o cliente pode escolher quatro miniaturas dos perfumes e guardá-las em uma caixa “tamanho viagem”, como nomeou Arnaud. O frasco de 100 ml custa R$ 593 e será vendido apenas na boutique Hermès, nada de perfumarias ou “free shop”. Outro diferencial? “A coleção Hermessence não tem gênero, são perfumes para partilhar”, ou seja, não são exclusivamente femininos ou masculinos, já que, segundo o perfumista da marca, isso é algo cultural.

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Fonte: FFW